Peregrina noite que caminhas na escuridão
no pé do vento,no triste penar da folha a cair
arde incandescente, o braseiro que te atrai,
para te aqueceres do frio,que trazes no coração
declinas o convite para ficares,entre as paredes
que te dão guarida, peregrina vontade de caminhar
que te impede de ficar
noite peregrina, que nada te consegue manietar
partes de madrugada, antes de o dia se fazer, clarear
caminhante sem destino,que vê com nitidez,na escuridão
que dentro de ti se fez
alegraste quando a lua se faz luar, dá- te vontade de parar
noite peregrina tão cheia de devaneios,despertas sonos
crias anseios,mas continuas a caminhar,noite peregrina fica,
comigo até o dia acordar
ukymarques:
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2013:
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
As arestas do tempo:
As arestas do tempo deixaram passar
a antiquíssima escencia de nós, num soluço
silencioso de saudade,nas marés das nossas vidas,
nas mansas ondas a descansar
nos afagos dos cabelos, com as tuas mãos de estrelas
a brilhar,quando num gesto apressado me deitava no teu regaço
murmuram baixinho as vozes escondidas na floresta,enternecidas
colhendo flores,no meio da erva humilde, e verde,como foram,
os nossos sonhos,voando nas asas do destino
sorris no reiar do sol, sabendo quanto te quis, minhas mãos agora vazias
de ti,querem agarrar o enigma do tempo,rasgando as trevas da noite
passeiam mudos os meus sentidos, por entre as frestas entreabertas,
das madrugadas
entrego-me nos braços grandes do tempo,até quando ele me deixar
vagabundeio-me agora nos caminhos solitárias das recordações
esperando o clarear das madrugadas, no brilhar enfeitiçado do luar
rompendo auroras boreais,onde te vejo caminhar
por ukymarques:
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a antiquíssima escencia de nós, num soluço
silencioso de saudade,nas marés das nossas vidas,
nas mansas ondas a descansar
nos afagos dos cabelos, com as tuas mãos de estrelas
a brilhar,quando num gesto apressado me deitava no teu regaço
murmuram baixinho as vozes escondidas na floresta,enternecidas
colhendo flores,no meio da erva humilde, e verde,como foram,
os nossos sonhos,voando nas asas do destino
sorris no reiar do sol, sabendo quanto te quis, minhas mãos agora vazias
de ti,querem agarrar o enigma do tempo,rasgando as trevas da noite
passeiam mudos os meus sentidos, por entre as frestas entreabertas,
das madrugadas
entrego-me nos braços grandes do tempo,até quando ele me deixar
vagabundeio-me agora nos caminhos solitárias das recordações
esperando o clarear das madrugadas, no brilhar enfeitiçado do luar
rompendo auroras boreais,onde te vejo caminhar
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domingo, 24 de novembro de 2013
Cantas as auroras
Cantas as auroras d'outono
,que ansiosas,te chegaram
pela manhã,vestidas de sol
ao abrires as janelas
vestis-te,com o teu olhar
de crisantemos,e azevinho
as paisagens, que ele despiu´
douraste as folhas caídas
no chão,das árvores que o vento
desprendeu
passeaste-te pela melancolia
da tarde, nas asas abertas do
pavão
por entre as árvores perpassam
ténues raios de sol,onde revês
com saudade,sentada no banco
do jardim, que te acolhe docemente
a menina que corre alegre,e sorridente
ao olhares-te tão longemente, vendo-te
não te vendo,na ilusão d'um sonho
na reminiscência do passado
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,que ansiosas,te chegaram
pela manhã,vestidas de sol
ao abrires as janelas
vestis-te,com o teu olhar
de crisantemos,e azevinho
as paisagens, que ele despiu´
douraste as folhas caídas
no chão,das árvores que o vento
desprendeu
passeaste-te pela melancolia
da tarde, nas asas abertas do
pavão
por entre as árvores perpassam
ténues raios de sol,onde revês
com saudade,sentada no banco
do jardim, que te acolhe docemente
a menina que corre alegre,e sorridente
ao olhares-te tão longemente, vendo-te
não te vendo,na ilusão d'um sonho
na reminiscência do passado
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Suavemente a noite avança:
Suavemente a noite avança
triste e fria
meu corpo acolhe-a
no aconchego
dos teus braços
que neles me enlaço
onde nem o vento
geme
nem o amor esfria
pousa tu a cabeça
no meu regaço quero
afagar-te o rosto
assim aconchegados
recordemos os momentos
passados
dos luares alados dos nossos
beijos roubados
serena minha alma sonha
luas brancas de neve
vendavais de beijos
nos meus lábios a pousar
cheios de tesão
há caravelas brancas no mar
a balouçar
há silencio lá fora para o nosso
amor não perturbar
arde na lareira a lenha que alimenta
a chama da nossa paixão
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Cairam as minhas penas:
Sinto que as minhas penas
estão voando na solidão
do ar
cai chuva no meu rosto
caíram as minhas penas
nas ondas do mar
rasga-se o véu negro da noite
nasce o dia no meu olhar
nas cores d'outono vejo-te
ao longe chegar
de faces amenas que eu quero
beijar
violinos enternecidos tocam
suave aos meus ouvidos
são notes doces,e nostálgicas
como a magia que há no teu olhar
extasiada sento-me à sombra das
árvores outonais,adormeço ouvindo
os teus passos a caminhar,no gemer
das folhas,caídas aos meus pés
dormindo
consciente de ti nem de mim me sinto
em sonhos imersa,em ti me quero aconchegar
nas minhas mãos em concha teus beijos
guardar
nos teus lábios humidos minha sede saciar
por ukymarques:
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estão voando na solidão
do ar
cai chuva no meu rosto
caíram as minhas penas
nas ondas do mar
rasga-se o véu negro da noite
nasce o dia no meu olhar
nas cores d'outono vejo-te
ao longe chegar
de faces amenas que eu quero
beijar
violinos enternecidos tocam
suave aos meus ouvidos
são notes doces,e nostálgicas
como a magia que há no teu olhar
extasiada sento-me à sombra das
árvores outonais,adormeço ouvindo
os teus passos a caminhar,no gemer
das folhas,caídas aos meus pés
dormindo
consciente de ti nem de mim me sinto
em sonhos imersa,em ti me quero aconchegar
nas minhas mãos em concha teus beijos
guardar
nos teus lábios humidos minha sede saciar
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quarta-feira, 20 de novembro de 2013
lirios Rouxos:
Lírios roxos desfolhados
no meu colo,incógnita minha
alma chora,lágrimas amargas,
meu coração clama dolorido
minha voz sem força, submerge
nas águas do oceano
no meu colo,incógnita minha
alma chora,lágrimas amargas,
meu coração clama dolorido
minha voz sem força, submerge
nas águas do oceano
vasta solidão meu corpo alberga
como a noite é longa!
improfícuo-as esperanças
prostradas no deserto árido do tempo
empalidece o sol nas montanhas
rasga o vento as sedas,com que a lua
se veste
desnudando-a da sua beleza
nos orgasmos dos astros,desprendem-se
estrelas cadentes
caindo na poeira estéril das crateras
murchando as flores, que haveriam
de desabrochar em mim...
por ukymarques:
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como a noite é longa!
improfícuo-as esperanças
prostradas no deserto árido do tempo
empalidece o sol nas montanhas
rasga o vento as sedas,com que a lua
se veste
desnudando-a da sua beleza
nos orgasmos dos astros,desprendem-se
estrelas cadentes
caindo na poeira estéril das crateras
murchando as flores, que haveriam
de desabrochar em mim...
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terça-feira, 19 de novembro de 2013
Se eu ao menos avistasse as falésias:
Se ao menos eu avistasse as falésias
nelas podia descansar,este meu olhar
cansado
vago e indeciso,o sol avança,
escondendo-se nas ondas do mar
que pausadamente se balança
parecendo descansar,inspirando
a brisa das manhãs
brumas marinhas,são saudades minhas
neste meu olhar-te sem te ver
barcas vazias,que chegam sós,ao cais
em noites de luares,alheadas do meu pesar
caminhando no vácuo,sou sombra perdida
sob um céu ermo e vago,na encruzilhada da vida
que te afasta de mim
se ao menos eu avistasse as falésias,nelas podia
descansar este meu olhar cansado,de olhar-te sem te ver
por ukymarques:
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