domingo, 11 de novembro de 2012

No estilhaçar da volúpia:

no estilhaçar da volúpia
contida no desejo,de me
 teres, entras devagarinho
no meu ventre
para não acordares as ninfas
adormecidas,no fundo do teu
 mar,em palácios de vitrais

naveguei em silencio,nas ondas 
do teu mar,onde me quis abrigar
cingindo-me a ti,no calar dos teus
gemidos,contidos em mim
nas ondas quebradas,dos corpos
saciados,nos clarões d"aurora 

no grito da gaivota,no voo cadenciado
no grito desesperado,dum orgasmo  
rasgando os tules do teu olhar,velado
nos gemidos surdos do teu corpo
tomas-te-me em delírio,nos afagos 
dos teus dedos

quiseste-me por inteiro,sinto na
 boca um sabor adocicado,a pecado
num ócio de volúpia ardente
deixei que  me esvaziasses a  mente 
na ilusão que engana,sorriem-te os astros
limpas as lágrimas à chuva, quando cai



sentas-te nos terraços do céu
num éden perfumado,de delírios 
incendiando desejos entorpecidos 
de tesão,chegas-te á minha vida,
como a brisa da manhã,fresco
e suave
a tua boca sorria,não sei de onde
vinhas nos olhos trazias a luz dos
astros,em noites deslumbradas

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